Organizações devem respeitar igualdade de género e apostar nas novas gerações

 “A EY quer que a próxima geração de profissionais seja mais inclusiva e equilibrada”. A afirmação de Glayds Gande, consulting manager da EY fez-se ouvir durante uma palestra alusiva às comemorações da Semana do Ensino Técnico Profissional, promovida pelo Instituto de Educação e Gestão (IEG), em Maputo.

A iniciativa, subordinada ao tema ‘Instituto Técnico Profissional como fonte de Empoderamento, em particular da Rapariga’, realizou-se na quinta-feira, dia 8 de Setembro.

Com dezenas de estudantes do ensino médio e técnico profissional a assistir, Glayds Gande apresentou a EY, uma das maiores empresas de prestação de serviços a nível mundial. Aquela responsável reiterou a importância das organizações respeitarem a igualdade de género, destacando a importância da mulher no mundo dos negócios e salientando o papel das novas gerações.

“A Ernst & Young tem programas de empoderamento feminino como o ‘EY NextGen Women’ para áreas de Estratégia & Transacções bem como para a área de tecnologia. Estes programas orientam as novas gerações de mulheres que desenvolvem soluções tecnológicas para os nossos clientes”, explicou Glayds Gande.

Segundo referiu, “a EY não está preocupada apenas com os seus colaboradores, mas também com a sociedade”. “Temos um programa de empoderamento que capacita as mulheres empreendedoras, tudo o que fazemos está relacionado com o desenvolvimento das pessoas para que atinjam o seu alto potencial”, sustentou ainda a manager da EY.

Glayds Gande evidenciou ainda a propósito do tema, o facto de, a nível global, e num universo de mais de 300 mil colaboradores, “a EY ter 48% de mulheres na sua empresa, das quais 27% estão em cargos de chefia”.

Anaís Aires, representante do Núcleo de Estudantes do IEG, elogiou a pertinência da iniciativa, dado o contexto social do país. A jovem estudante de contabilidade acredita que cada rapariga “pode-se formar em qualquer área”, porque considera que “todas as mulheres têm a mesma capacidade que os homens”, sendo que podem ocupar cargos de chefia.

Para Ana Paula Mondego, directora do IEG, “a presença da EY ilustra um pouco dos futuros possíveis caminhos a seguir pelos alunos”. Aquela responsável agradeceu a participação da Ernst & Young, reforçando a importância do contacto com o mundo profissional e a transmissão de experiências valiosas.

Nas comemorações de 8 de Março, Nyeleti Mondlane, Ministra do Género, Criança e Acção Social, disse que a emancipação da mulher constitui prioridade do Governo de Moçambique, no Programa Quinquenal 2020-2024, Pilar de Desenvolvimento Humano, que define acções que visam o emponderamento das mulheres com progressos nas esferas política, económica, social e cultural. “À luz da Constituição da República e da Política de Género e Estratégia da Sua Implementação, das Leis da Família, de Prevenção e Combate às Uniões Prematuras e outros instrumentos orientadores, temos vindo a alcançar progressos assinaláveis na promoção da igualdade de género, empoderamento da mulher e da rapariga”, frisou. Ainda em Março, Moçambique e Malawi reforçaram o emponderamento da mulher nas zonas transfronteiriças.

Com o propósito de criar um mundo melhor na área dos negócios, a EY tem vindo a apostar cada vez mais numa cultura de diversidade e de inclusão, comprometida com o emponderamento da mulher.

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