POUCO MAIS DE 5500 ARMADILHAS RETIRADAS DO PARQUE NACIONAL DO LIMPOPO

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Nos últimos cinco anos, mais de 5 500 armadilhas foram retiradas do Parque Nacional do Limpopo. A colaboração entre a ANAC e a Peace Parks Foundation também resultou na remoção de mais de 12 mil armadilhas dos Parques Nacionais de Zinave e Banhine nos últimos três anos. Juntamente com o Parque Nacional do Limpopo, Zinave e Banhine formam os principais componentes moçambicanos da Área de Conservação Transfronteiriça do Grande Limpopo (ACTL).

 

O centro de comando central foi equipado com os mais recentes sistemas de tecnologia com a ajuda e suporte da DAG (Dyck Advisory Group)  e adicionalmente 29 fiscais foram admitidos. Os fiscais são habilmente treinados através do Southern African Wildlife College, e muitos deles são rastreadores experientes com o olho bem atento para encontrar armadilhas. Nos últimos dois anos, o número de patrulhas mensais também aumentou.

 

Além disso, através de uma parceria com a Panthera, uma equipe especializada em combate à caça furtiva através da unidade dedicada à assistência ao parque e ao Programa Carnívoro do Grande Limpopo, foi lançado em 2018, o programa de conservação de cães e gatos selvagens. Numa acção integrada às estratégias anti-caça furtiva do parque, a unidade patrulha as áreas de carnívoros, removeu armadilhas e respondeu prontamente a outros riscos que ameaçam a vida e o bem-estar de todos os carnívoros, especialmente os leões e os cães selvagens do parque.

 

Claro, não se trata apenas de armadilhas, e os esforços anti-caça furtiva melhoraram a resposta à caça ilegal em todos os níveis – dentro do parque e como parte da colaboração internacional com o Parque Nacional de Kruger que através de estratégias conjuntas de crime contra a vida selvagem e integração de protocolos de sistemas entre a África do Sul e Moçambique, o reforço da aplicação da lei no Parque Nacional do Limpopo contribuiu directamente para uma redução de quase 70% nas incursões do parque no Kruger nos últimos seis meses. Contribuíram para este sucesso o uso de um helicóptero que a Peace Parks, a GEOS Foundation e a DAG adquiriram recentemente o PNL para lidar com a falta de apoio aéreo aos fiscais do parque no solo como acontece do lado de Kruger.

 

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