Nacala Logistics orgulha-se pelo reconhecimento

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do ecossistema da Baía de Nacala O reconhecimento é resultado de um estudo realizado pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) sobre os Recursos Marinhos e Costeiros em Moçambique, que considera a Baía de Nacala um local de referência pelo potencial do seu ecossistema marinho e costeiro. Divulgada em Abril deste ano, a pesquisa, que se intitula ‘Avaliação de Mercado dos Recursos Marinhos e Costeiros de Moçambique’, compara o ecossistema da Baía de Nacala a locais como os arquipélagos das Quirimbas e de Bazaruto e a Reserva Especial de Maputo, entre outros. De acordo com a análise da USAID, a vida marinha na Baía de Nacala é diversa e habitada por muitas espécies raras: “As ervas marinhas, espalhadas pelos corais, são um viveiro único para uma série de espécies, incluindo peixes-rã, rinoptias, cavalos-marinhos, peixes-cachimbo e outras espécies difíceis de encontrar em outras partes de Moçambique.” Desde o início das suas operações, a Nacala Logistics tem estado a investir em recursos e tecnologias para a preservação do meio-ambiente e de espécies nativas, na Baía de Nacala. Os projectos ambientais da Nacala Logistics como o desenvolvimento de recifes artificiais e a conservação dos mangais contribuem para a protecção da vida marinha e melhoram a paisagem oceânica. Segundo Paulo Bueno, Gerente de Meio Ambiente da Nacala Logistics, “os nossos projectos orgulham-nos por aliar a conservação da biodiversidade marinha e o incremento dos recursos pesqueiros, para a subsistência da comunidade local.” O estudo ‘Avaliação de Mercado dos Recursos Marinhos e Costeiros de Moçambique’ é um documento produzido pela USAID com o objectivo de apresentar as principais referências de recursos marinhos e costeiros para investidores, governos, operadores turísticos, doadores, ONGs e outros. A economia de Nacala-à-Velha está muito interligada com o sector marítimo, desempenhando um papel importante na segurança alimentar e criação de empregos. Estima-se que a economia azul tem um contributo de cerca de 10% no PIB de Moçambique.