Grupo Tongaat Hulett investe na revitalização da Açucareira de Xinavane

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A Tongaat Hulett, accionista maioritário da açucareira de Mafambisse, uma das mais antigas fábricas do ramo, em Moçambique, localizada na província central de Sofala, vai investir cerca de 500 milhões de randes para reactivar a produção não só em Mafambisse mas também em Xinavane, sul do país, informou o director-geral do grupo sul-africano em Moçambique.

Tendai Masawi falava durante à apresentação de um informe sobre as actividades da Açucareira de Xinavane, no quadro da visita que a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) efectuou àquela unidade para se inteirar das actividades desenvolvidas e igualmente de quais as medidas de prevenção do Covid-19.

A decisão para o novo investimento foi tomada depois de um período de incertezas a que estiveram sujeitas as duas fábricas em Moçambique, sobretudo a unidade de Mafambisse, resultado de alegada má gestão que empurrou a empresa para uma situação de quase falência, colocando em risco o emprego de pouco mais de 3500 trabalhadores.

“Não vamos fechar as açucareiras tanto de Mafambisse assim como de Xinavane. As unidades vão continuar a produzir. A Tongaat Hullet tomou a decisão de não fechar as açucareiras”, assegurou o director-geral, citado pela agência noticiosa AIM.

Tendai Masawi prometeu ao presidente da CTA, Agostinho Vuma, que as duas unidades vão retomar a produção no dia 7 de Abril próximo, com uma previsão de 213 mil toneladas de açúcar, das quais 60 mil toneladas serão de açúcar refinado para alimentar a indústria nacional e internacional.

A açucareira de Mafambisse, que estava em maior risco de encerrar, é detida em 85% pela Tongaat Hulett e em 15% pelo Estado moçambicano, através do Instituto Nacional de Gestão das Participações do Estado – IGEP.

A Tongaat Hulett, accionista maioritário da açucareira de Mafambisse, uma das mais antigas fábricas do ramo, em Moçambique, localizada na província central de Sofala, vai investir cerca de 500 milhões de randes para reactivar a produção não só em Mafambisse mas também em Xinavane, sul do país, informou o director-geral do grupo sul-africano em Moçambique.

Tendai Masawi falava durante à apresentação de um informe sobre as actividades da Açucareira de Xinavane, no quadro da visita que a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) efectuou àquela unidade para se inteirar das actividades desenvolvidas e igualmente de quais as medidas de prevenção do Covid-19.

A decisão para o novo investimento foi tomada depois de um período de incertezas a que estiveram sujeitas as duas fábricas em Moçambique, sobretudo a unidade de Mafambisse, resultado de alegada má gestão que empurrou a empresa para uma situação de quase falência, colocando em risco o emprego de pouco mais de 3500 trabalhadores.

“Não vamos fechar as açucareiras tanto de Mafambisse assim como de Xinavane. As unidades vão continuar a produzir. A Tongaat Hullet tomou a decisão de não fechar as açucareiras”, assegurou o director-geral, citado pela agência noticiosa AIM.

Tendai Masawi prometeu ao presidente da CTA, Agostinho Vuma, que as duas unidades vão retomar a produção no dia 7 de Abril próximo, com uma previsão de 213 mil toneladas de açúcar, das quais 60 mil toneladas serão de açúcar refinado para alimentar a indústria nacional e internacional.

A açucareira de Mafambisse, que estava em maior risco de encerrar, é detida em 85% pela Tongaat Hulett e em 15% pelo Estado moçambicano, através do Instituto Nacional de Gestão das Participações do Estado – IGEP.

A Tongaat Hulett, accionista maioritário da açucareira de Mafambisse, uma das mais antigas fábricas do ramo, em Moçambique, localizada na província central de Sofala, vai investir cerca de 500 milhões de randes para reactivar a produção não só em Mafambisse mas também em Xinavane, sul do país, informou o director-geral do grupo sul-africano em Moçambique.

Tendai Masawi falava durante à apresentação de um informe sobre as actividades da Açucareira de Xinavane, no quadro da visita que a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) efectuou àquela unidade para se inteirar das actividades desenvolvidas e igualmente de quais as medidas de prevenção do Covid-19.

A decisão para o novo investimento foi tomada depois de um período de incertezas a que estiveram sujeitas as duas fábricas em Moçambique, sobretudo a unidade de Mafambisse, resultado de alegada má gestão que empurrou a empresa para uma situação de quase falência, colocando em risco o emprego de pouco mais de 3500 trabalhadores.

“Não vamos fechar as açucareiras tanto de Mafambisse assim como de Xinavane. As unidades vão continuar a produzir. A Tongaat Hullet tomou a decisão de não fechar as açucareiras”, assegurou o director-geral, citado pela agência noticiosa AIM.

Tendai Masawi prometeu ao presidente da CTA, Agostinho Vuma, que as duas unidades vão retomar a produção no dia 7 de Abril próximo, com uma previsão de 213 mil toneladas de açúcar, das quais 60 mil toneladas serão de açúcar refinado para alimentar a indústria nacional e internacional.

A açucareira de Mafambisse, que estava em maior risco de encerrar, é detida em 85% pela Tongaat Hulett e em 15% pelo Estado moçambicano, através do Instituto Nacional de Gestão das Participações do Estado – IGEP.

A Tongaat Hulett, accionista maioritário da açucareira de Mafambisse, uma das mais antigas fábricas do ramo, em Moçambique, localizada na província central de Sofala, vai investir cerca de 500 milhões de randes para reactivar a produção não só em Mafambisse mas também em Xinavane, sul do país, informou o director-geral do grupo sul-africano em Moçambique.

Tendai Masawi falava durante à apresentação de um informe sobre as actividades da Açucareira de Xinavane, no quadro da visita que a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) efectuou àquela unidade para se inteirar das actividades desenvolvidas e igualmente de quais as medidas de prevenção do Covid-19.

A decisão para o novo investimento foi tomada depois de um período de incertezas a que estiveram sujeitas as duas fábricas em Moçambique, sobretudo a unidade de Mafambisse, resultado de alegada má gestão que empurrou a empresa para uma situação de quase falência, colocando em risco o emprego de pouco mais de 3500 trabalhadores.

“Não vamos fechar as açucareiras tanto de Mafambisse assim como de Xinavane. As unidades vão continuar a produzir. A Tongaat Hullet tomou a decisão de não fechar as açucareiras”, assegurou o director-geral, citado pela agência noticiosa AIM.

Tendai Masawi prometeu ao presidente da CTA, Agostinho Vuma, que as duas unidades vão retomar a produção no dia 7 de Abril próximo, com uma previsão de 213 mil toneladas de açúcar, das quais 60 mil toneladas serão de açúcar refinado para alimentar a indústria nacional e internacional.

A açucareira de Mafambisse, que estava em maior risco de encerrar, é detida em 85% pela Tongaat Hulett e em 15% pelo Estado moçambicano, através do Instituto Nacional de Gestão das Participações do Estado – IGEP.

A Tongaat Hulett, accionista maioritário da açucareira de Mafambisse, uma das mais antigas fábricas do ramo, em Moçambique, localizada na província central de Sofala, vai investir cerca de 500 milhões de randes para reactivar a produção não só em Mafambisse mas também em Xinavane, sul do país, informou o director-geral do grupo sul-africano em Moçambique.

Tendai Masawi falava durante à apresentação de um informe sobre as actividades da Açucareira de Xinavane, no quadro da visita que a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) efectuou àquela unidade para se inteirar das actividades desenvolvidas e igualmente de quais as medidas de prevenção do Covid-19.

A decisão para o novo investimento foi tomada depois de um período de incertezas a que estiveram sujeitas as duas fábricas em Moçambique, sobretudo a unidade de Mafambisse, resultado de alegada má gestão que empurrou a empresa para uma situação de quase falência, colocando em risco o emprego de pouco mais de 3500 trabalhadores.

“Não vamos fechar as açucareiras tanto de Mafambisse assim como de Xinavane. As unidades vão continuar a produzir. A Tongaat Hullet tomou a decisão de não fechar as açucareiras”, assegurou o director-geral, citado pela agência noticiosa AIM.

Tendai Masawi prometeu ao presidente da CTA, Agostinho Vuma, que as duas unidades vão retomar a produção no dia 7 de Abril próximo, com uma previsão de 213 mil toneladas de açúcar, das quais 60 mil toneladas serão de açúcar refinado para alimentar a indústria nacional e internacional.

A açucareira de Mafambisse, que estava em maior risco de encerrar, é detida em 85% pela Tongaat Hulett e em 15% pelo Estado moçambicano, através do Instituto Nacional de Gestão das Participações do Estado – IGEP.

A Tongaat Hulett, accionista maioritário da açucareira de Mafambisse, uma das mais antigas fábricas do ramo, em Moçambique, localizada na província central de Sofala, vai investir cerca de 500 milhões de randes para reactivar a produção não só em Mafambisse mas também em Xinavane, sul do país, informou o director-geral do grupo sul-africano em Moçambique.

Tendai Masawi falava durante à apresentação de um informe sobre as actividades da Açucareira de Xinavane, no quadro da visita que a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) efectuou àquela unidade para se inteirar das actividades desenvolvidas e igualmente de quais as medidas de prevenção do Covid-19.

A decisão para o novo investimento foi tomada depois de um período de incertezas a que estiveram sujeitas as duas fábricas em Moçambique, sobretudo a unidade de Mafambisse, resultado de alegada má gestão que empurrou a empresa para uma situação de quase falência, colocando em risco o emprego de pouco mais de 3500 trabalhadores.

“Não vamos fechar as açucareiras tanto de Mafambisse assim como de Xinavane. As unidades vão continuar a produzir. A Tongaat Hullet tomou a decisão de não fechar as açucareiras”, assegurou o director-geral, citado pela agência noticiosa AIM.

Tendai Masawi prometeu ao presidente da CTA, Agostinho Vuma, que as duas unidades vão retomar a produção no dia 7 de Abril próximo, com uma previsão de 213 mil toneladas de açúcar, das quais 60 mil toneladas serão de açúcar refinado para alimentar a indústria nacional e internacional.

A açucareira de Mafambisse, que estava em maior risco de encerrar, é detida em 85% pela Tongaat Hulett e em 15% pelo Estado moçambicano, através do Instituto Nacional de Gestão das Participações do Estado – IGEP.

A Tongaat Hulett, accionista maioritário da açucareira de Mafambisse, uma das mais antigas fábricas do ramo, em Moçambique, localizada na província central de Sofala, vai investir cerca de 500 milhões de randes para reactivar a produção não só em Mafambisse mas também em Xinavane, sul do país, informou o director-geral do grupo sul-africano em Moçambique.

Tendai Masawi falava durante à apresentação de um informe sobre as actividades da Açucareira de Xinavane, no quadro da visita que a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) efectuou àquela unidade para se inteirar das actividades desenvolvidas e igualmente de quais as medidas de prevenção do Covid-19.

A decisão para o novo investimento foi tomada depois de um período de incertezas a que estiveram sujeitas as duas fábricas em Moçambique, sobretudo a unidade de Mafambisse, resultado de alegada má gestão que empurrou a empresa para uma situação de quase falência, colocando em risco o emprego de pouco mais de 3500 trabalhadores.

“Não vamos fechar as açucareiras tanto de Mafambisse assim como de Xinavane. As unidades vão continuar a produzir. A Tongaat Hullet tomou a decisão de não fechar as açucareiras”, assegurou o director-geral, citado pela agência noticiosa AIM.

Tendai Masawi prometeu ao presidente da CTA, Agostinho Vuma, que as duas unidades vão retomar a produção no dia 7 de Abril próximo, com uma previsão de 213 mil toneladas de açúcar, das quais 60 mil toneladas serão de açúcar refinado para alimentar a indústria nacional e internacional.

A açucareira de Mafambisse, que estava em maior risco de encerrar, é detida em 85% pela Tongaat Hulett e em 15% pelo Estado moçambicano, através do Instituto Nacional de Gestão das Participações do Estado – IGEP.

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