Comunidade empresarial francesa é a segunda maior em Moçambique

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A França é a segunda maior comunidade empresarial europeia, em Moçambique. Este facto foi revelado pela directora-geral do Clube de Negócios França – Moçambique, Audrey Gortana-Vallet, durante a realização do Café Negócios.

Trata-se de uma comunidade composta por, aproximadamente, 100 empresas operando principalmente no sector da energia, no sector de transportes e logística, bem como nos serviços, nomeadamente, bancos, recursos humanos, consultoria e auditoria, entre outros.

Todavia, por razões históricas as relações económicas entre os dois países são menos evidentes pelo facto de Moçambique não ser um país francófono.

Porém a França olha com especial atenção as oportunidades existentes em Moçambique, nos domínios de produção de peças industriais, construção, energia (petróleo e electricidade), agricultura e turismo. Nestas áreas de negócios há um mercado a ter em conta, e França tem o “know- -how”. Por estas razões, os líderes das grandes empresas francesas, no país, decidiram criar, em 2015, o Clube de Negócios França – Moçambique.

Afinal de contas, segundo Audrey Gortana-Vallet “O nosso apoio é operacional e visa prestar assistência às empresas num ambiente de negócios complicado, caracterizado por muita burocracia e inúmeras dificuldades administrativas. O nosso papel é de explicar aos prospectores como fazer negócios aqui em Moçambique, indicar as instituições chave e os melhores contactos por forma a garantir o avanço do dossier de investimento, bem como acompanhar as ofertas de concursos públicos e privados, no país, e transmiti-los a nossa base de contactos”.

O Clube, pretende, igualmente, reforçar as relações profissionais e comerciais entre as empresas moçambicanas e francesas e de alguma forma participar na política de conteúdo local em Moçambique, ajudando as empresas locais, que desejam fazer negócios com empresas internacionais.

A convicção da directora-geral do Clube de Negócios França – Moçambique é de que “Moçambique tem um grande potencial para o desenvolvimento e é tempo de começar uma nova fase na economia do país investindo nos recursos minerais, hídricos, agrícolas, e sobretudo no capital humano, condição sine-qua-none para o crescimento e desenvolvimento de qualquer Estado”.

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